Aprendizagem e percepções de alunos com deficiência intelectual sobre uma oficina de resgate

Autores

  • Ismael Sanz Arribas
  • María Teresa Calle Molina Universidad Autónoma de Madrid (España). Miembro de la Comisión de Deporte inclusivo de la RFESS
  • Raquel Aguado Gómez Universidad Autónoma de Madrid (España). Miembro de la Comisión de Deporte inclusivo de la RFESS

DOI:

https://doi.org/10.21134/riaa.v6i11.1672

Palavras-chave:

Diversidad funcional, rescate acuático, seguridad acuática, prevención de ahogamiento, accidente acuático, aro salvavidas, tubo de rescate, justicia social.

Resumo

Antecedentes: Pessoas com deficiência intelectual podem estar expostas a um risco maior de afogamento do que o restante da população, pois os ensinamentos que recebem não costumam desenvolver as habilidades que o previnem.

Objetivo: Os objetivos deste estudo foram dois: o primeiro deles foi conhecer o aprendizado conceitual que um grupo de pessoas com deficiência intelectual (DI) adquiriu após receber uma oficina de resgate e salva-vidas. A segunda foi conhecer a opinião e os sentimentos gerados pelo ensino desta oficina nos alunos.

Método: 13 pessoas com DI leve e moderada (7 homens e 6 mulheres) receberam uma oficina teórico-prática sobre segurança aquática. O workshop consistiu em 2 sessões e decorreu numa piscina aquecida. A metodologia da pesquisa foi qualitativa e o instrumento utilizado para a coleta de informações foi o diário reflexivo.

Resultados: Os resultados mostram que os alunos adquiriram aprendizado útil para melhorar sua segurança aquática. Além disso, os participantes afirmaram que gostaram muito da oficina porque se divertiram enquanto aprendiam coisas novas e úteis para colaborar com seus pares e ajudar os outros.

Conclusões: Em suma, proporcionar a toda a população experiências controladas nas quais possam vivenciar a dificuldade e o risco de realizar um resgate na água é uma ferramenta útil para evitar que as pessoas tentem resolver o afogamento sem estarem devidamente treinadas para tal. Portanto, recomenda-se que os ensinamentos que as pessoas com DI levam desenvolvam habilidades, recursos e experiências que melhorem sua educação aquática.

Palavras-chave: diversidade funcional, resgate aquático, segurança aquática, prevenção de afogamentos, educação aquática, anel vital, tubo de resgate, justiça social.

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Publicado

2022-04-29

Como Citar

Aprendizagem e percepções de alunos com deficiência intelectual sobre uma oficina de resgate. (2022). Revista De Investigación En Actividades Acuáticas, 6(11), 14-22. https://doi.org/10.21134/riaa.v6i11.1672

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