Análise de correlação entre força muscular, igf-1 e autonomia funcional em idosas com excesso de peso submetidas a exercícios resistidos aquáticos

Autores/as

  • Juliana Brandão Pinto de Castro Programa de Pós-Graduação em Ciências do Exercício e do Esporte, Universidade do Estado do Rio de Janeiro http://orcid.org/0000-0002-5656-0782
  • Rosana Dias de Oliveira Brum Laboratório de Fisiologia do Exercício, Universidade Estácio de Sá, Cabo Frio, RJ, Brasil
  • Carlos Soares Pernambuco Laboratório de Fisiologia do Exercício, Universidade Estácio de Sá, Cabo Frio, RJ, Brasil
  • Rodrigo Gomes de Souza Vale Programa de Pós-Graduação em Ciências do Exercício e do Esporte, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil http://orcid.org/0000-0002-3049-8773

DOI:

https://doi.org/10.21134/riaa.v3i5.417

Palabras clave:

atividades aquáticas, idoso, atividades da vida, treinamento de resistência

Resumen

Contexto: Dentre as alterações orgânicas que tendem a ocorrer com o envelhecimento, tem-se a redução da força muscular, dos níveis séricos de IGF-1 e da autonomia funcional (AF). Contudo, esses efeitos deletérios podem ser amenizados por meio da prática de exercícios físicos, como a hidroginástica.

Objetivos: Analisar a correlação entre força muscular, IGF-1, IGFBP3 e AF em idosas com excesso de peso submetidas a exercícios resistidos aquáticos.

Método: A amostra foi composta por 14 idosas (idade: 68,93 ± 4,46 anos; IMC: 28,55 ± 2,08 kg/m2) submetidas a exercícios resistidos aquáticos durante 12 semanas. A intervenção ocorreu 3 vezes por semana, com 50 minutos por sessão de treinamento. A força muscular foi mensurada através de dinamometria, incluindo força de membros inferiores e de preensão palmar direita (FMD) e esquerda (FME). A coleta de sangue para análise do IGF-1 e seu principal carreador, o IGFBP3, foi realizada através do método quimioluminescência. A AF foi avaliada por meio do protocolo de autonomia GDLAM.

Resultados: O teste de correlação de Pearson apresentou correlação (r) positiva e significativa entre FMD e FME, FMD e IGF1, FMD e IGFBP3, FME e IGF1, FME e IGFBP3, e IGF1 e IGFBP3.

Conclusoes: A prática de exercícios resistidos aquáticos pode melhorar os níveis de força muscular de preensão manual, de IGF1 e de IGFBP3 em idosas com excesso de peso.

 

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Publicado

2019-01-31

Cómo citar

Castro, J. B. P. de, Brum, R. D. de O., Pernambuco, C. S., & Vale, R. G. de S. (2019). Análise de correlação entre força muscular, igf-1 e autonomia funcional em idosas com excesso de peso submetidas a exercícios resistidos aquáticos. Revista De Investigación En Actividades Acuáticas, 3(5), 18-23. https://doi.org/10.21134/riaa.v3i5.417

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