O bebê e o menino na água. Aplicação dos princípios de Emmi Pikler em pedagogia aquática para a primeira infância
DOI:
https://doi.org/10.21134/riaa.v1i2.394Palavras-chave:
Equilibrio, respiración, tono, emoción, desarrollo, iniciativa, autonomía y estimulación.Resumo
Introdução: Há 7 anos conhecemos a mais ampla investigação realizada sobre o desenvolvimento motor baseado na motricidade livre pura , em bebés e crianças com idades compreendidas entre os 3 meses e os 3 anos de idade. Este estudo foi realizado pelo Instituto Loczy en Budapeste, na Hungria. Desde então, reformulámos as nossas práticas tradicionais de natação para bebés y crianças, através da criação de recursos pedagógicos que, evitem provocar na água posturas que os bebés e crianças ainda não tenham alcançado por si mesmos em terra, e que, substituam as imersões dirigidas pelo adulto em qualquer das etapas de aprendizagem.
Objetivos: Verificámos que esta nova proposta pedagógica não atrasa a conquista da independência aquática possível de alcançar em idades baixas, especialmente no que se refere à coordenação das habilidades de equilíbrio, respiração e ações propulsivas. As possibilidades atribuídas ao bebé e à criança de poder ter iniciativa são a base de uma aprendizagem motora significativa e com sensação de prazer durante o processo.
Método: O apoio e as propostas dos adultos seguem as posturas alcançadas pelos bebês de forma autônoma, sem ultrapassar ou forçar as posturas ou velocidades da água que o bebê não consegue por si só em terra. Nós substituímos os mergulhos feitos por adultos para propostas divertidas com base na iniciativa do bebê ou criança e imitação na liberdade de circulação em piscinas. Criamos e mantem condições estáveis de apoio através da formação de professores e informações aos pais. Temos um período de observação de cinco anos em aulas regulares de natação com bebês e crianças de 4 meses a 3 anos (+/- 6 meses) com um dos pais na água. Neste período, o atendimento médio foi de 80 díades mensais, com uma freqüência maioritária de um estímulo de classe semanal.
Resultados: O resultado mais destacado da experiência é a imersão desnecessária dos bebês para a estimulação da pausa de respiração na imersão e a independência aquática, uma prática emblemática da atividade. Sem esta prática, todos os bebês e crianças observaram o uso espontâneo da pausa de respiração na imersão, uma vez que o realizaram e todos conseguiram organizar sua respiração de forma autônoma, tanto na superfície quanto na imersão, sem serem submersos por adultos.
Conclusiones: Pretendemos com esta investigação cuidar do bem-estar emocional na infância, que é determinante na constituição da vida psíquica do homem que está em desenvolvimento, como explorador, em cada criança.
Palavras-chave: Equilíbrio, respiração, tônus, emoção, desenvolvimento, iniciativa, autonomia, e estimulação.
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